Filmes de terror com as melhores notas do público na Netflix Brasil. Veja quais valem a pena e prepare-se para noites de calafrios e tensão.
Se você está procurando aquele terror que realmente assusta, mas que também entrega uma boa história (sem parecer feito com o orçamento de uma caixa de fósforo), essa lista é pra você.
Nada de roleta russa no catálogo: aqui a seleção foi baseada em um único juiz implacável, o público. Afinal, se a galera que ama terror gostou, tem alguma coisa aí.
Do horror psicológico que te faz repensar sua infância até distopias macabras com críticas sociais na jugular, esses filmes são os mais bem avaliados pela audiência no Rotten Tomatoes e estão confirmadíssimos na Netflix. Então acende a luz do corredor, ajeita o cobertor e confere aí:
1. Jogo Perigoso (Gerald’s Game – 2017)
Nota da audiência: 82%
Nota da crítica: 91%

Stephen King já nos fez perder o sono de vários jeitos. Mas aqui, ele resolveu pegar pesado no psicológico. Imagine só: um casal tenta apimentar a relação numa casa isolada, mas tudo desanda quando o marido morre durante o “jogo” e a esposa fica algemada à cama. Sozinha. Sem chave. E com visitas estranhas (e famintas).
Misture isso com traumas antigos e uma protagonista que carrega tudo nas costas, literalmente e na atuação. O resultado? Uma tensão que não solta você nem depois dos créditos.
Vale por: suspense claustrofóbico e uma performance insana de Carla Gugino.
2. Rua do Medo: 1978 – Parte 2 (Fear Street Part Two: 1978 – 2021)
Nota da audiência: 81%
Nota da crítica: 88%

Sabe aquele filme que começa como “férias no acampamento” e termina em massacre no matagal? É esse.
Com cheiro de anos 80, clima de “Sexta-Feira 13” e uma maldição que não dá trégua, essa segunda parte da trilogia “Rua do Medo” mergulha de cabeça no slasher sangrento e entrega muito mais do que sustos fáceis: tem mitologia crescente, personagens cativantes e um ritmo que engata mais que a primeira parte.
Vale por: sangue, nostalgia e aquela sensação de “corre que o assassino tá vindo!”.
3. Rua do Medo: 1666 – Parte 3 (Fear Street Part Three: 1666 – 2021)
Nota da audiência: 77%
Nota da crítica: 89%

Hora de voltar ao passado, bem passado. No encerramento épico da trilogia, a trama viaja para 1666 pra revelar o berço da maldição que atormenta Shadyside. É bruxaria, é caça às mulheres “estranhas” da vila, é uma crítica velada e potente sobre perseguição e injustiça. Um terror com cara de época, mas sem perder a pegada sombria e jovem que amarra toda a saga.
Vale por: mergulho na origem do mal e uma história mais densa e emocional.
4. Rua do Medo: 1994 – Parte 1 (Fear Street Part One: 1994 – 2021)
Nota da audiência: 63%
Nota da crítica: 84%

Sim, a nota da audiência é menor, mas isso aqui é a porta de entrada da trilogia, o “episódio piloto” que apresenta tudo: os personagens, a cidade amaldiçoada, os assassinatos bizarros e o pano de fundo de uma narrativa maior. Com estética dos anos 90 e muitas referências ao horror da época, ele prepara o terreno pro que vem depois.
Vale por: clima retrô, perseguições alucinadas e um monte de coisa que você só vai entender depois.
5. O Poço (The Platform – 2019)
Nota da audiência: 73%
Nota da crítica: 81%

Agora, sai o terror sobrenatural e entra o terror real oficial. “O Poço” é uma metáfora vertical (literalmente) sobre desigualdade, egoísmo e sobrevivência. Um prédio-prisão em que a comida desce andar por andar, e quem está embaixo… bem, boa sorte. O desconforto aqui não vem de monstros, mas da nossa própria natureza. Spoiler: não tem como sair ileso.
Vale por: crítica social afiada com sabor de angústia.
E aí, vai encarar?
Se você já viu algum desses e sobreviveu pra contar, compartilha com os amigos e marca aquela sessão do medo.
E se tiver outras sugestões que gelaram sua espinha, comenta aí: o mundo do terror sempre tem espaço pra mais um susto.
Leia também: • Críticos amaram, o público também: comédias românticas imperdíveis nos streamings
